segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Livros e sonhos, vida e outras questões: refletindo com quotes de "Um estranho sonhador"

Oi, gente! Tudo bem? Hoje trago para vocês um post diferente, que talvez venha a ser um novo quadro por aqui: refletindo com quotes, que tal?

"Um estranho sonhador" da Laini Taylor foi uma leitura que me inspirou muito e em breve trarei uma resenha desse livro para vocês. Enquanto isso, resolvi compartilhar uma seleção de quotes que, dessa vez, não queria só deixar aqui à esmo. Que tal refletir um pouco em cima deles?

Fig. 1 "Um estranho sonhador" - Laini Taylor no Kindle.

"Os livros podem ser imortais, mas nós não somos. Você desce para as estantes uma manhã e, quando sobe, tem uma barba até a barriga e nunca criou um poema para a garota que conheceu patinando no Eder." p. 23

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Taxação em cima dos livros? #DefendaOLivro

Oi, gente! Tudo bem?

Na última semana tivemos notícias não tão boas na política para os nossos amigos livros, então estou bem chateada e preocupada. Vocês estão acompanhando as notícias sobre o projeto de reforma tributária que prevê taxação em cima dos livros?

Fig. 1 Ilustração do livro "Harry Potter e o prisioneiro de Azkaban" com aluna de Hogwarts pronta para batalha ao lado de uma pilha de livros a serem salvos. Em cima, caneca com frase "o livro era melhor".

Pois é, isso levantou muitas discussões por aí, surgiu o movimento #DefendaOLivro e eu não poderia estar de fora dessa!

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Audiobooks: ler ou ouvir, eis a questão

Oi, gente! Tudo bem?

Vocês já tentaram ouvir audiobooks ou semelhantes? Já faz um tempinho que eu planejo falar sobre esse assunto aqui com vocês. Se você é desses que tem um certo bloqueio ou preconceito com essa forma de leitura, que tal repensar um pouco?

Fig. 1 Livros físicos ou audiobook? Na foto: livros, fone de ouvido, flores e uma plaquinha escrito "all you need is love".

segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Zona de conforto: sair ou ficar?

Oi, gente! Tudo bem?

Passando aqui hoje para conversar um pouquinho sobre a tão falada "zona de conforto" (há um ano comentei sobre isso aqui e nem lembrava, mas lá vamos nós de novo). Será que é melhor tentar sair ou ficar nela?

Nas últimas semanas comentei sobre leituras que me tiraram da zona de conforto, mas que foram boas experiências (lendo uma autobiografia ou um contemporâneo/romance YA). Sair da zona de conforto é sempre um risco, né? Por isso é melhor que a gente esteja pronto para se decepcionar ou, no mínimo, viver experiências inusitadas. A gente simplesmente não sabe como vai ser e isso por si só é algo curioso. Não deixa de ser um tipo de mistério e eu amo a sensação de desbravar aventuras literárias, descobrir o que elas podem me trazer sem muitas expectativas. Viver novas experiências é ótimo. Com livros, pelo menos. É mais fácil desapegar se estiver sendo ruim, rsr (não necessariamente, mas a gente finge que é).

Mas é lógico que nem sempre a gente tá com cabeça para arriscar.

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Resenha "Dumplin'" de Julie Murphy e a gordofobia na adolescência

Olá! Tudo bem com vocês?

Nesse fim de semana terminei a minha primeira leitura do Kindle Unlimited (comentei sobre a assinatura no post anterior): Dumplin' - Julie Murphy. Essa foi a leitura de julho do Clube do Livro Entrelinhas e, em tempo record, trago aqui a resenha!

Fig. 1 Dumplin' - Julie Murphy no Kindle sobre minhas pernas com celulites.

EM POUCAS PALAVRAS 

Um livro leve voltado ao público jovem sobre gordofobia, luto, amizade, romances, bullying, representatividade e sororidade em uma narrativa muito empoderamento feminino. 

SOBRE O LIVRO 

❝Às vezes, descobrir quem você é implica entender que o ser humano é um mosaico de experiências.❞

Nessa história acompanhamos a vivência da Willowdean — apelidada de Dumplin' pela mãe —, uma personagem com múltiplas camadas. Ela é uma adolescente gorda que precisa lidar com muitas questões comumente difíceis nessa idade, mas mais difíceis ainda quando se é uma garota fora do padrão. A relação mãe-filha é complicada, uma vez que sua mãe é ex-miss e diretora do evento mais importante da cidade, o Concurso Miss Jovem Flor do Texas. Will recém perdeu a tia; de quem era muito próxima, que também era gorda e a compreendia muito bem; e no meio do turbilhão da adolescência, ela também precisa lidar com esse luto. Da sua tia herdou a idolatria pela Dolly Parton, que é algo que compartilha com sua melhor amiga, Ellen. El é uma menina padrão que nem sempre entende tudo o que a Will passa, apesar de ter boas intenções, e isso acaba gerando novos conflitos.

segunda-feira, 20 de julho de 2020

Assinei Kindle Unlimited, e agora? Expectativas, escolhas e motivações

Oi, gente! Hoje vim comentar brevemente sobre minhas expectativas ao ter assinado o período de testes do Kindle Unlimited, minhas escolhas de leitura disponíveis no catálogo e motivações para as ter escolhido.

Fig. 1 Um kindle e muitas opções de leitura.

Depois de muito enrolar, achando que jamais teria tempo para me dedicar a leituras de ebooks a ponto de pagar uma mensalidade de um serviço estilo "netflix de livros", resolvi assinar pelo menos durante os 30 dias gratuitos que a Amazon oferece. Não custa nada, né? 😅

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Resenha "Rita Lee: uma autobiografia" e Dia do Rock

Oi, gente! Tudo bem?

Fig. 1 E-book "Rita Lee: uma autobiografia"
no Kindle, um fone e um doguinho.
Hoje é Dia do Rock e resolvi trazer pra vocês uma resenha à altura. Vim comentar sobre a autobiografia da Rita Lee, grande nome feminino do nosso rock nacional.

Essa foi a leitura do mês de junho do Clube do Livro Entrelinhas (comentei sobre minhas experiências no clube aqui, dá uma passada lá!).

SOBRE O LIVRO

O livro traz várias pequenas histórias contadas pela Rita Lee passando por diferentes fases da sua vida e carreira musical. É narrado pela própria e complementado por um fantasminha  (jornalista Guilherme Samora) que não deixa nenhum detalhe técnico escapar da memória da cantora. Nos seus relatos Rita perpassa por algumas temáticas sensíveis e /ou sociais como o abuso que sofreu na infância, sua opinião sobre aborto, experiência como artista na época da ditadura, prisão e perseguição policial, percalços por ser mulher no rock (tem que ter culhão?) e por aí vai.