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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Estupro "culposo" e trechos de "O feminismo é para todo mundo" da bell hooks

Oi, gente! Tudo bem por aí?

Temos tido muitas notícias importantes nas últimas semanas. Saída do Trump, apagão no Amapá... mas não queria deixar passar uma que me abalou, particularmente, e acredito que a outras mulheres também. Precisei de um tempinho depois de toda essa merd... envolvendo o caso da Mari Ferrer para me acalmar e conseguir falar um pouco sobre o assunto. Não vou entrar em detalhes porque muito já se falou por aí, mas não dá para ignorar uma temática importante como essa.

Fig. 1 O feminismo é para todo mundo - bell hooks, em formato digital no Kindle, cercado por livros de temáticas feministas e de autoras negras.

Tudo o que envolveu o caso foi repugnante. A vítima, além do estupro sofrido, foi humilhada durante a audiência que culminou numa sentença completamente injusta e desencadeou uma reação de indignação e nojo geral. Isso me fez pensar no livro "O feminismo é para todo mundo" da bell hooks, porque o machismo afeta a todos. O patriarcado é injusto. Ponto. E o que aconteceu com a Mari Ferrer é o reflexo da nossa sociedade patriarcal, machista e racista.

Resolvi, então, compartilhar alguns trechos desse livro

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Minha experiência na 10ª Bienal do Livro de Campos: leitura que liberta

Oi, gente! Tudo bem?

Como vocês puderam perceber (eu acho, rs), semana passada dei uma sumida aqui do blog, mas acabei movimentando muito os meus stories do Instagram @lazzulisa (tá tudo salvo nos destaques "Bienal Campos") comigo fazendo o uso do meu direito de ir e vir na Bienal do Livro de Campos, um espaço cultural e democrático, como o apresentador da bienal sempre frisava a cada nova atração.

Fig. 1 Entrada da 10ª Bienal do Livro de Campos: leitura que liberta.


De 20 a 25 de novembro aconteceu a 10ª edição desse evento que já é tradicional na cidade, mas esse ano ele foi além. Em um momento como o que estamos vivendo, com tantas fake news, tanto ódio, tanto desentendimento e ignorância, a Bienal do Livro com seu slogan "leitura que liberta" foi um evento não apenas para promover a leitura, mas também um espaço de resistência que levou informação e levantou discussões importantíssimas.

Fig. 2 Entrada da 10ª Bienal do Livro de Campos: leitura que liberta.

Gostaria de compartilhar um pouco sobre como foi a minha experiência nesse evento tão maravilhoso!

terça-feira, 1 de maio de 2018

As Três Marias, Rachel de Queiroz, Dia da Literatura Brasileira

Olá, pessoal! Hoje eu resolvi enfrentar meus medos (sim, ainda tenho receio de escrever resenhas de livros considerados muito importantes), mas vamos lá!

Em homenagem ao Dia da Literatura Brasileira eu vim aqui enaltecer uma obra literária nacional. Trago então uma resenha do livro As Três Marias da Rachel de Queiroz, mulher nordestina e primeira grande escritora modernista da literatura brasileira. Essa edição foi enviada pela @taglivros para os seus associados na caixinha de novembro de 2017. Eu li em fevereiro desse ano numa maratona literária e fiquei muito tocada pela leitura!

Fig. 1 As Três Marias - Rachel de Queiroz. Edição @taglivros 11/2017. Lido de 17/02 a 22/02/2018.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

A princesa salva a si mesma neste post, digo, livro. Resenha, poesia e feminismo

Oi, gente! Tudo bem com vocês?

Hoje eu vim falar um pouquinho desse livro que terminei no comecinho de abril, na minha curta participação na maratona literária #PixeltonadePascoa. Tinha escolhido vários livrinhos pra ler nessa maratona, mas acabei lendo só esse. Vamos a ele.

Fig. 1 A princesa salva a si mesma neste livro - Amanda Lovelace. Lido de 31/03 a 01/04/2018.
Sim, a foto está recheada de elementos que podem ser considerados estranhos. Continuem a ler que  já, já vocês vão entender o motivo. =)

terça-feira, 13 de março de 2018

Persépolis, mês da mulher e informativo contra preconceito

Oi, gente! Seguindo com o mês da mulher, vim trazer úma resenha da HQ Persépolis, escrita pela Marjane Satrapi. A HQ foi publicada em volume único pelo selo Quadrinhos na cia da editora Companhia das Letras.

Fig. 1 Persépolis - Marjane Satrapi, capa. Lido de 06 a 10-03-2018.
Contexto pessoal 

Essa é uma HQ que eu sempre tive curiosidade de conhecer. Tanto por se tratar de uma autobiografia de uma iraniana, quanto por ser tão conhecida e reconhecida, a ponto ser até utilizada em provas de vestibular. Foi uma das minhas aquisições que estava pegando poeira na prateleira esperando pra ser lida e eu sempre adiava (sei lá por que, né?). Graças à Carla da @tbrzero eu acrescentei ela na minha TBR do ano e resolvi encaixar agora em março como forma de homenagem ao dia da mulher também, porque diversidade é muito importante, não é mesmo?

quinta-feira, 8 de março de 2018

Dia internacional da mulher, Chimamanda, Sejamos todos feministas

Olá a todos! Hoje é um dia especial. Nesse dia internacional da mulher eu gostaria, não apenas de parabenizar a todas as mulheres desse mundão afora, mas também lembrar que é um dia de luta. Nos últimos anos, desde que comecei a ter mais consciência do que é ser mulher num mundo dominado pelo patriarcado, eu tenho passado esse dia mais sofrendo do que celebrando. Por isso, dessa vez, eu resolvi contribuir de alguma forma para que nós tenhamos mais visibilidade e mais voz. Para mostrar que tem muita mulher por aí lutando para que sejamos ouvidas, respeitadas e devidamente valorizadas (independente de nossas escolhas na vida). Vamos nos unir! Vamos ouvir o que as mulheres têm a dizer e vamos respeitar também as nossas diferenças.

Para aproveitar o embalo, vim aqui falar sobre esse livro/ensaio da Chimamanda Ngozi Adichie. Essa mulher nigeriana que vem conquistando cada vez mais espaço na mídia e que traz discursos maravilhosos de empoderamento feminino, falando sobre feminismo abertamente, além de seus romances que trazem o retrato de seu povo, sua luta, muita coisa autobiográfica escrita com uma sensibilidade sem igual (resenha de Hibisco Roxo aqui). Hoje eu vim falar de Sejamos todos feministas.

Fig. 1 Sejamos todos feministas - Chimamanda Ngozi Adichie. Lido em 05-03-2018.