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quinta-feira, 12 de novembro de 2020

Estupro "culposo" e trechos de "O feminismo é para todo mundo" da bell hooks

Oi, gente! Tudo bem por aí?

Temos tido muitas notícias importantes nas últimas semanas. Saída do Trump, apagão no Amapá... mas não queria deixar passar uma que me abalou, particularmente, e acredito que a outras mulheres também. Precisei de um tempinho depois de toda essa merd... envolvendo o caso da Mari Ferrer para me acalmar e conseguir falar um pouco sobre o assunto. Não vou entrar em detalhes porque muito já se falou por aí, mas não dá para ignorar uma temática importante como essa.

Fig. 1 O feminismo é para todo mundo - bell hooks, em formato digital no Kindle, cercado por livros de temáticas feministas e de autoras negras.

Tudo o que envolveu o caso foi repugnante. A vítima, além do estupro sofrido, foi humilhada durante a audiência que culminou numa sentença completamente injusta e desencadeou uma reação de indignação e nojo geral. Isso me fez pensar no livro "O feminismo é para todo mundo" da bell hooks, porque o machismo afeta a todos. O patriarcado é injusto. Ponto. E o que aconteceu com a Mari Ferrer é o reflexo da nossa sociedade patriarcal, machista e racista.

Resolvi, então, compartilhar alguns trechos desse livro

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Resenha "Rita Lee: uma autobiografia" e Dia do Rock

Oi, gente! Tudo bem?

Fig. 1 E-book "Rita Lee: uma autobiografia"
no Kindle, um fone e um doguinho.
Hoje é Dia do Rock e resolvi trazer pra vocês uma resenha à altura. Vim comentar sobre a autobiografia da Rita Lee, grande nome feminino do nosso rock nacional.

Essa foi a leitura do mês de junho do Clube do Livro Entrelinhas (comentei sobre minhas experiências no clube aqui, dá uma passada lá!).

SOBRE O LIVRO

O livro traz várias pequenas histórias contadas pela Rita Lee passando por diferentes fases da sua vida e carreira musical. É narrado pela própria e complementado por um fantasminha  (jornalista Guilherme Samora) que não deixa nenhum detalhe técnico escapar da memória da cantora. Nos seus relatos Rita perpassa por algumas temáticas sensíveis e /ou sociais como o abuso que sofreu na infância, sua opinião sobre aborto, experiência como artista na época da ditadura, prisão e perseguição policial, percalços por ser mulher no rock (tem que ter culhão?) e por aí vai.

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Quando a gente encontra realidade na fantasia e ficção

Oi, gente. Diante da situação atual do país eu resolvi aproveitar o meu espaço e trazer um conteúdo um pouquinho diferente aqui para o blog.

Estamos em outubro, mês que escolhi dedicar minhas leituras ao terror em homenagem ao Halloween, mas percebo que não preciso recorrer à ficção para vivenciar esse gênero literário. Eu preferia que o terror fosse apenas fictício, mas não está sendo o caso. Precisamos falar sobre isso.

Fig. 1 Seleção de livros para refletir sobre o momento atual do Brasil.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Discurso "Faça Boa Arte", Neil Gaiman e um ano de blog!

Olá, pessoal! Como vocês estão?

Hoje eu estou super feliz porque o blog está completando UM ANO de vida! Uau! Parece que foi ontem que eu comecei a escrever aqui, completamente perdida (não que eu ainda não esteja), sem saber direito o que fazer (não que agora eu saiba), com medo de escrever e desapontar (não que eu ainda não tema)... Tanta coisa mudou! (será?).

Fig. 1 Livros, marcadores e decoração em comemoração de um ano de blog.

terça-feira, 13 de março de 2018

Persépolis, mês da mulher e informativo contra preconceito

Oi, gente! Seguindo com o mês da mulher, vim trazer úma resenha da HQ Persépolis, escrita pela Marjane Satrapi. A HQ foi publicada em volume único pelo selo Quadrinhos na cia da editora Companhia das Letras.

Fig. 1 Persépolis - Marjane Satrapi, capa. Lido de 06 a 10-03-2018.
Contexto pessoal 

Essa é uma HQ que eu sempre tive curiosidade de conhecer. Tanto por se tratar de uma autobiografia de uma iraniana, quanto por ser tão conhecida e reconhecida, a ponto ser até utilizada em provas de vestibular. Foi uma das minhas aquisições que estava pegando poeira na prateleira esperando pra ser lida e eu sempre adiava (sei lá por que, né?). Graças à Carla da @tbrzero eu acrescentei ela na minha TBR do ano e resolvi encaixar agora em março como forma de homenagem ao dia da mulher também, porque diversidade é muito importante, não é mesmo?

quinta-feira, 8 de março de 2018

Dia internacional da mulher, Chimamanda, Sejamos todos feministas

Olá a todos! Hoje é um dia especial. Nesse dia internacional da mulher eu gostaria, não apenas de parabenizar a todas as mulheres desse mundão afora, mas também lembrar que é um dia de luta. Nos últimos anos, desde que comecei a ter mais consciência do que é ser mulher num mundo dominado pelo patriarcado, eu tenho passado esse dia mais sofrendo do que celebrando. Por isso, dessa vez, eu resolvi contribuir de alguma forma para que nós tenhamos mais visibilidade e mais voz. Para mostrar que tem muita mulher por aí lutando para que sejamos ouvidas, respeitadas e devidamente valorizadas (independente de nossas escolhas na vida). Vamos nos unir! Vamos ouvir o que as mulheres têm a dizer e vamos respeitar também as nossas diferenças.

Para aproveitar o embalo, vim aqui falar sobre esse livro/ensaio da Chimamanda Ngozi Adichie. Essa mulher nigeriana que vem conquistando cada vez mais espaço na mídia e que traz discursos maravilhosos de empoderamento feminino, falando sobre feminismo abertamente, além de seus romances que trazem o retrato de seu povo, sua luta, muita coisa autobiográfica escrita com uma sensibilidade sem igual (resenha de Hibisco Roxo aqui). Hoje eu vim falar de Sejamos todos feministas.

Fig. 1 Sejamos todos feministas - Chimamanda Ngozi Adichie. Lido em 05-03-2018.

terça-feira, 11 de abril de 2017

A Política Sexual da Carne - A relação entre o carnivorismo e a dominância masculina / Carol J. Adams

Lido de ~07-16 a 16-02-17

O texto está dividido em duas partes, "sentimento" onde eu vou expôr como me senti lendo o livro e o contexto em que foi lido, e "opinião" onde vou fazer uma pequena análise do livro e dar a minha opinião sobre a mensagem que o livro traz, destacando trechos que me chamaram mais atenção. Dessa forma não fica um textão maçante caso você não queira ler tudo, mas seria muito legal se lesse, rs.

Sentimento

Eu como pessoa que está mais acostumada a leituras fantasiosas e de ficção me vi aqui diante deste livro um pouco perdida. Território novo, mas por que não dar a chance? Um amigo me recomendou e emprestou esse livro, já que ele viu em mim a pessoa que transpareço nas redes sociais. Cyber ativista feminista será que posso chamar assim?, na luta pelas classes oprimidas, e de quebra, vegetariana. Ora, pareceu bem certinho mesmo. Um bom fit.