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domingo, 1 de abril de 2018

TAG: Páscoa, leituras e chocolates

Oi, gente! Estão aproveitando esse feriado delicioso? Espero que sim e quem tiver chocolate sobrando, to aceitando também, rsr. Nesse feriado eu to participando de levinho da maratona literária #PixeltonaDePascoa (postei minha TBR aqui), mas acho que vou flopar. De qualquer forma trago um poeminha do livro que to lendo na maratona (A princesa salva a si mesma neste livro - Amanda Lovelace) para ilustrar esse post de TAG literária.

Fig. 1 Leituras #pixeltonadepascoa e ovo de unicórnio.
Aproveito pra deixar o poema para reflexão:

"gorda
(gor.da) [ô]
adjetivo
1: palavra descritiva.
não tem nenhum significado profundo.
não deve determinar
o valor
(ou a falta de)
de um ser humano.
- o que sei agora que gostaria de saber então."

sexta-feira, 9 de junho de 2017

O Xará, Jhumpa Lahiri e receita de pakora

Resenha de livro da Tag que estamos fazendo! Sim, finalmente vai sair uma, rs. Primeiro toque que eu quero dar sobre esse livro é: se você tiver a oportunidade de ler o conto O Capote, do Nikolai Gógol antes, LEIA. Ele veio como mimo no kit da tag de fevereiro <3 e super tem tudo a ver mesmo com o livro - além de ser uma leitura bem curiosa, com uma mistura de crítica social e fantasia. Also, o livro dá spoilers do conto, então melhor ler antes, se você se importar com isso. Agora vamos ao O Xará.


O Xará e O Capote, kit de fevereiro da tag
(acompanhados de pakoras indianas). Lido de 19-02 a 05-03-17.

Primeiras impressões / sentimento


Esse livro foi a maior viagem! Brincadeirinha com o tema do livro que estamos fazendo, rs. Ok, recomeçando… Esse livro foi uma experiência bem diferente pra mim. Primeiro porque, como eu já esperava dos livros da TAG, eu não o escolheria pra ler por conta própria. Então é aquilo, né? Experiência totalmente nova. Fiquei muito feliz por ter sido apresentada a Jhumpa Lahiri e queria muito ler mais livros dela - ainda não tive oportunidade ($$$) de comprar seu livro de contos, Intérprete de Males -, que jeito de escrever maravilhoso. Confesso que fiquei bastante extasiada enquanto lia, porque o livro tem um jeito de te envolver que é muito incrível. A maneira como ele é escrito vai fazendo isso com você. Você se sente vivendo aquelas coisas, todo um sentimento de: não me encaixo, mas sigo tentando. Vivo aqui, vivo lá, mas não pertenço a lugar algum. E aí você vai se apegando aos personagens porque eles “são como você” de certa forma - não são, mas poderiam ser. Enfim, me entreguei e aprendi muito.